Nas telas dos cinemas, na TV, em vernissages, lojas e ruas, nas fábricas e nas butiques de luxo, em qualquer lugar pode-se esgotar as reservas de emoção estética com a visão do divino na mulher.
E nem sempre apenas pelo simples visual do rosto ou do corpo, mas também pelos gestos, pela meiguice, faceirice ou por suas atitudes perante as dores e os embates da vida.
Há sol na mulher. E luar e magia.
EU represento a essência e a própria sublimação da natureza. Deus não me deu apenas a forma e o conteúdo, nem somente sensualidade, sexto sentido, sensibilidade e graça.
Deu-me igualmente um coração insuperável.
E um pouco da sua própria Luz.
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